Baratos da Ribeiro Clube do Vinil

dsc07078 225x300 DJ Ácaro recebe Dodô Azevedo, residente das festas Coordenadas e Segredo

No quinta-feira, dia 30 de junho, o Clube do Vinil teve a honra de receber um dos DJs mais badalados da noite carioca, Dodô Azevedo.

Dali a 24 horas, ele estaria regendo milhares de rebolados na varanda do Vivo Rio, durante a festa Coordenadas - Que no ano passado reunia uns 700 boêmios, chegou a botar 1.200 pessoas no clube Santa Luzia no apagar das luzes de 2010, entrou em 2011 disponibilizando ônibus adesivado para levar o pessoal pro Vivo Rio e comemorou 4 anos ocupando o Vivo Rio inteiro, botando no palco a banda Live (”the pain lies on the riverside”) e na pista mais de 5 mil festeiros.

Dodô até tentou criar uma festinha mais intimista, que pudesse conservar o astral “ação entre amigos”, a Segredo. Divulgou o evento de forma cifrada, através de vídeos marotos e misteriosos, soltando a data e o local separadamente, implorando pro pessoal guardar segredo a respeito. Sabia que o boca-a-boca bastaria para que se alcançasse o quórum mínimo pro fuzuê. Não adiantou: já na terceira edição a lotação rapidamente se esgotou e formou-se uma fila imensa do lado de fora. Atualmente, a festa lota com 500 pessoas, e eles distribuem o mesmo número de senhas para o pesoal que não consegue entrar, mas que ganha acesso preferencial na edição seguinte.

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E qual o segredo do Dodô?

O cabelo de inspirações black power? As dancinhas espontâneas que faz quando está curtindo o som que está tocando? O bate-papo generoso com a galera quando está circulando pela boate? O estilo “anti-DJ” de tocar, atento mais à escolha do repertório do que à sequência de bpms e colagens acrobáticas? O clima “festinha na casa dos amigos” resultante desse estilo quase desleixado? O ecletismo radical do seu cardápio?

Eu chutaria é um pouco disso tudo. Com ênfase no ecletismo. Sua receita me parece dosar com maestria clássicos do tempo de nossos pais (que a gente nem lembrava que gostava), hits do pop atual, rock mais pesado do grunge e pós-grunge, soul & funk das antigas, além de new wave e MPB gostosa de dançar.

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O DJ Ácaro tentou seguir as lições do mestre, e este foi seu set:

Al Stewart – year of the cat (extended mix) (single 12, 1977)

Jack Peñate – have I been a fool? (Matinée, ?)

Gary Glitter – be my baby (The Ronettes) (compacto, 1982)

The Strokes – razorblade (First impressions of earth, 2006)

John Fogerty – almost Saturday night (ao vivo) (compacto, 1998)

Bruce Springsteen – out in the street (As requested around the world, 1981)

Live – pain lies on the riverside (Mental Jewelry, 1991)

Genesis – that’s all (Turn it on again: Best of 81-83)

The Go-Team – ladyflash (Thunder Lightning Strike, 2004)

The Clash – I’m not down (London Calling, 1979)

The Virgins – rich girls (The Virgins, ?)

Mina – into the groove (Madonna) (Ridi Pagliaccio, ?)

PM Dawn – set adrift on memory bliss (Richie Rich Mix) (Red Hot + Dance, 1992)

Paul McCartney – no more lonely night (playout version) (compacto, 1984)

Huey Lewis & The News – stuck with you (compacto, 1986)

Billy Idol – cradle of love (Charmed life, 1990)

ZZ Top – sharp dressed man (Eliminator, 1983)

Radiohead – anyone can play guitar (Pablo Honey, 1993)

Richard Barone – the man who sold the world (Cool blue halo, 1987)

Maria Gadu – ne me quitte pas + quase sem querer (Maria Gadu, 2009)

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O DJ Ronnie Sondahl fez uma participação mais do que especial. O DJ residente da festa L’Playground fez vários pequenos sets na noite e brincou num back-to-back afiado com o DJ Ácaro.

Voltando ao Dodô, ele é muito mais do que um DJ apenas. No seu portal, ele se apresenta como “escritor, professor, dj, músico, jornalista e, exatamente por isso, um pouco de nada disso”. Dá uma sacada:

http://www.dodoazevedo.com/Dod%C3%B4_Azevedo/home.html

Na seção “Fríi Estáile” ele reune artigos que publicou em fanzines, revistas como a Bizz e jornais como a Folha e o Globo. Seu livro e CD “Pessoas do Século Passado” virou tirinha em Quadrinhos e está lá também. Tem material de apoio para cursos que ministra, como “A Filosofia de Stanley Kubrick”. Clipping das suas picardias blogueiras e televisivas - como sua entrevista no Jô Soares. Um monte das resenhas que publicou em 14 anos de jornalismo musical. Coletâneas temáticas de música para downnload. “Making of” do livro que escreveu, depois de refazer a viagem de Jack Kerouac pelos States - e vídeos da palestra que deu, juntamente com Walter Salles, sobre o tema.

Caracoles! Minha sugestão seria ele agora escrever um livro de auto-ajuda ensinando seus truques para otimizar o tempo! Eita camarada profícuo esse, hein?!

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O CLUBE DO VINIL tira férias em julho, mas temos grandes planos pra agosto. Conhecem o programa “Geléia Moderna”, da Rádio Roquette Pinto? Aliás, até lá a gente já deve ter resolvido certas questões tecnológicas, e o clube deve começar a ser transmitido ao vivo, pela Rádio Graviola! Todo mundo de dedos cruzados!

E devem rolar umas duas edições do VESPEIRO - os saraus roqueiros de sábado -, pelo menos, entre agosto e outubro. Fiquem de olho.

Um abraço,

Maurício Gouveia
gerente

Próxima data do Clube do Vinil: 7 de abril, com FÁBIO CALDEIRA (Os Imperfeitos) nas carrapetas.
Sempre a partir das 20h.
vinil e arte galera com discos no chao 300x200 2011, véspera de Carnaval: Coletivo VINIL É ARTE no Clube do Vinil
Na quinta-feira, véspera da Carnaval, o COLETIVO VINIL É ARTE voltou ao Sebo Baratos da Ribeiro, para comandar mais uma edição do CLUBE DO VINIL. Combinação perfeita para a data: o coletivo é formado por talentosos DJs profissionais que se dedicam principalmente ao que há de mais refinado e balançado na Música Brasileira, reunindo raridades de arrepiar os cabelos em seu acervo de mais de 6 mil LPs. Além do mais, O VINIL É ARTE, ASSIM COMO O SEBO BARATOS, COMPLETA 10 ANOS DE ESTRADA EM 2011.
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Tudo começou em Minas Gerais, onde os discotecários Tuta e Pedro Paiva começaram a garimpar os LPs e compactos mais raros & swingados que a Música Popular Brasileira já produziu, indo do samba de raiz ao hip-hop, da bossa ao manguebit, passando pelas vanguardas instrumentais e pelos ritmos folclóricos nordestinos. Espécie naturamente nômade e aventureira, os mineiros migraram e foram arregimentando outros ases das pick-ups para esse belo trabalho de recuperação e difusão do que há de mais refinado & poderoso nos baticunduns brazucas.

Atualmente o coletivo Vinil É Arte conta ainda com o paulista DJ Niggas e o carioca MBgroove. Mestres em fazer dançar, eles tocam de tudo, conforme a festa pede: rock, jazz, soul, merengue e o escambal. A festa homônima é centrada na MPB, mas o fuzuê Arriba La Fiesta é dedicada à sons latinos e eles arrasaram na pista 2 de edições recentes da festa Pessoas do Século Passado. Comandando o lounge do Copafest, no Copacabana Palace, serviram um fino cardápio de bossa nova e tango! E fizeram algumas festas no Hotel Ouro Verde com show ao vivo do lendário Orlandivo.

Para saber mais, acesse o site da galera:

http://vinilearte.com/
vinil e arte mbgroove e camarada 2011, véspera de Carnaval: Coletivo VINIL É ARTE no Clube do Vinil

E PRA SE TER UMA IDÉIA DO QUE ROLOU NAQUELA ANIMADA NOITE DE QUINTA, dê uma sacada nos sets do DJ Ácaro, o anfitrião do Clube dedicado exclusivamente ao que roda em 33 e 45 rotações:

Como podem ver, apesar da noite ter sido bastante verde e amarelo, foi temperada por soul, jazz-rock, funk, new wave, música africana e até krautrock…

Baden Powell & Billy Nencioli - si rien ne va (Billy Nencioli accompagné par Baden Powell, ?)
Conjunto 3D (apresentando a cantora Beth Carvalho!) - noite dos mascarados (Chico Buarque) (Muito na Onda, 1968)
Roberta Campos - aqui, ali (Varrendo a lua, 2010)
Fernanda Takai - com açucar, com afeto (Onde brilham os olhos teus, 2009)
Garotas Suecas - você não é tudo isso meu bem (EScaldante Banda, 2010)
Roberto Carlos - muito romântico (Roberto Carlos, 1977)
Rick Ferreira - overtreze (Porta das maravilhas, 1977)
Salvation - Copacabana (Big Boy Apresenta O Baile da Cueca, 1972)
Little Ann - who are you tring to fool (Deep Shadows, 2009)
vinil e arte casal com capa 300x225 2011, véspera de Carnaval: Coletivo VINIL É ARTE no Clube do Vinil

Zé Rodrix - devolve meus LPs (Quando será?, 1977)
Graveola & Lixo Polifônico - insensatez: a mulher que fez (Compacto, 2010)
Ultraman - aquela dívida (Olelê / 6 tiros EP, 2002)
Prince & Sheila E. - erotic city (Sign of times: a live bizarre Bootleg, 1989)
Curumin - funk da caixa preta (Compacto, 2010)
Mayer Hawthorne - the ills (A strange arrangment, 2009)
Tom Tom Club - genius of love (Tom Tom Club, 1981)
Caetano Veloso & Gilberto Gil - wait till tomorrow (Jimi Hendrix) (Tropicália 2, 1993)
Guru Guru (os alemães entram no fusion!) - tomorrow (Tango Fango, 1976)
The Psychedelic Aliens (banda de Gana!) - blofonyobi wo atale (The Psychedelic Aliens, gravado entre 1969 e 1971)
Paralamas do Sucesso - ska (O passo do Lui, 1984)
Blondie - rapture (Compacto, 1981)
New Fast Automatic Daffodils - you were lying when you said you love loved me (Pigeonhole, 1990)
3afeiradevinilrjmidiadigital1 212x300 2011, véspera de Carnaval: Coletivo VINIL É ARTE no Clube do Vinil

3afeiradevinilrjmidiadigital 212x300 Como se diz em bom carioquês: firmou! Em ABRIL tem FEIRA CARIOCA DE DISCOS DE VINIL: em sua terceira edição!!
Alô, amantes do bolachão:
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O portal Prefiro Vinil e a Spacecake Discos unem forças mais uma vez para reunir lojistas e vendedores independentes, cariocas e de outros recantos do país, em um dia de ofertas imperdíveis e lançamentos irresistíveis para quem aprecia Long Plays.
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http://www.feiradevinilrj.com/
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Em abril de 2010 duas mil pessoas estiveram no Cinematheque, conferindo LPs de quase 30 expositores. Já no Centro Israelita Brasileiro, em Copacabana, foram quase 4 mil visitantes e mais de 50 stands.
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JÁ NÃO É MAIS QUESTÃO DE TAMANHO E NEM DE NOVIDADE:
O CARIOCA JÁ COLOCOU NA AGENDA… Em abril e em outubro tem feira de discos,
E NO PRÓXIMO DIA 10 o endereço é novamento o CIB
, em Copacabana, pertinho da estação de metrô Siqueira Campos.
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A ENTRADA É FRANCA
Dia 10 de abril, das 12h às 21h
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E A FARRA ESTÁ TÃO BOA, que o produtor da Feria Internacional de Coleccionismo Discográfico de Buenos Aires, Mikel Barsa, está voando pra cá conferir a festa e parcerias que possam agitar o mercado fonográfico em vinil num âmbito transnacional!
feria buenas aires 225x300 Como se diz em bom carioquês: firmou! Em ABRIL tem FEIRA CARIOCA DE DISCOS DE VINIL: em sua terceira edição!!
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O espanhol está à frente da produtora Star Events, que promoveu a primeira feira em 2009:
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http://www.argentina.ar/_es/cultura/C2146-feria-de-discos-en-buenos-aires.php
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http://www.alkon.org/foro/musica.17/661167-feria-internacional-de-coleccionismo-discografico-en-buenos-aires.html
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002 feira de vinil abril cinemateque 300x200 Como se diz em bom carioquês: firmou! Em ABRIL tem FEIRA CARIOCA DE DISCOS DE VINIL: em sua terceira edição!!
Confira os vídeos das últimas edições:
http://www.youtube.com/watch?v=lONRUX1wJz0
http://www.youtube.com/watch?v=6_KGQEpyufQ
http://www.youtube.com/watch?v=dK4dQa2liyw
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A RECEITA AINDA É A MESMA:
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Achados surpreendentes, prensagens atuais de alta qualidade, saldos com discos baratinhos, raridades que valem o investimento, equipamentos, memorabilia, todos os gêneros musicais, altos papos com experts no assunto, colecionadores participando como DJs e uma imensa gama de opções pros fãs dos discos de vinil!
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MAS CAPRICHAMOS NO TEMPERO:
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O COLETIVO VINIL É ARTE, que reúne 5 DJs espalhados entre Rio, São Paulo e Minas Gerais, ficará responsável pelo som que animará o LOUNGE, AO LADO DO BAR PRINCIPAL. Para a turma tomar uma cervejinha e bater papo entre uma garimpada e outra. MBgroove e Tuta Discotecário servirão um fino cardápio com o que há de mais refinado e balançado na Música Popular Brasileira, jazz e soul – e receberão os amigos, que ficarão à vontade para passear pelo rock ou pelo reggae, ao sabor da brisa.
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http://vinilearte.com/
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003 feira de vinil abril cinemateque 200x300 Como se diz em bom carioquês: firmou! Em ABRIL tem FEIRA CARIOCA DE DISCOS DE VINIL: em sua terceira edição!!
VENDEDORES INTERESSADOS EM EXPOR devem entrar em contato com
Marcos Oliveira (Spacecake Discos): ou (21) 9773 1683
spacecakediscos@gmail.com
Ou com Maurício Gouveia (Sebo Baratos da Ribeiro): (21) 7717 9880 / 2256 8634 ou
baratosdaribeiro@gmail.com
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AINDA HÁ STANDS DISPONÍVEIS
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MAIS INFORMAÇÕES, com groove:
http://www.youtube.com/watch?v=2X2jSwuHu9k
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SERVIÇO:
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Terceira Feira Carioca de Discos de Vinil

Dia 10 de abril, das 12 às 21h
No Centro Israelita Brasileiro, na Rua Barata Ribeiro 489 (ao lado da Galeria Menescal, próximo à Estação Siqueira Campos do metrô)
ENTRADA FRANCA
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Uma produção SPACECAKE DISCOS e PORTAL PREFIRO VINIL
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http://www.prefirovinil.com.br
prefiro vinil flyer 200x300 Como se diz em bom carioquês: firmou! Em ABRIL tem FEIRA CARIOCA DE DISCOS DE VINIL: em sua terceira edição!!

01 teto preto frente 224x300 Carnaval com Rock´n´Roll: DJ Ácaro toca no Teto Preto, sábado, no Clandestino (em Copa)
Quer temperar seu CARNAVAL com um sacolejante ROCK´N´ROLL?
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DJ Ácaro dá sua já tradicional palhinha na próxima edição da
FESTA TETO PRETO
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SÁBADO DE CARNAVAL, dia 5 de março
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ROCK & DERIVADOS: disco punk, new rave, madchaster etc & tal – sem contra-indicações!!! Sob a batuta da residente DJ Isa Araújo, recebendo também Danilo (festa Bandeide), além do mestre de cerimônias do Clube do Vinil.
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Promo de ocasião: Mojito e Marguerita Frozen em dose dupla all nite long.
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Fantasias são bem vindas!
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Aliás, O PORTAL AMBROSIA PUBLICOU UM EXCELENTE GUIA PARA QUEM GOSTE DA PULAR, MAS PREFERE AS GUITARRAS DISTORCIDAS OU SINTETIZADORES ENDIABRADOS:
http://www.ambrosia.com.br/2011/03/04/melhor-da-programacao-alternativa-deste-carnaval-rio-de-janeiro/
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E apesar deste não ser um informativo do Sebo Baratos da Ribeiro, rola aquela espiada básica no case do DJ ÁCARO:
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Pixies, Dryden Mitchell, The Cure, Sarah Vaughan, Stardeath & White Dwarfs, Pink Floyd, The Baseballs, Gossip, The Go! Team, Ladyhawke, Girl Talk, Mademoiselle K, David Bowie, Sigue Sigue Sputnik, Titãs, The Sunshine, Racounters, LCD Soundsystem, The Kinks, Libertines, Modest Mouse, MGMT, The Clash, Foxboro Hot Tubs, Morrissey, Wir Sind Helden
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TETO PRETO: no CLANDESTINO (Rua Barata Ribeiro, 111, Copacabana)
sábado, 5 de março, às 23:30h
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$25 Normal
$20 com flyer ou Lista após 01:30
$15 até 01:30 com nome na LISTA AMIGA, que estão aqui:
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http://listaamiga.com/tetopreto
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=3217115&tid=5573843084552203111
Por e-mail: sinhomarinho@hotmail.com
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* só serão aceitos nomes listados nas Listas acima
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02 teto preto verso 224x300 Carnaval com Rock´n´Roll: DJ Ácaro toca no Teto Preto, sábado, no Clandestino (em Copa)
Produção Matheus Marinho e Isa Araújo

ultravox john fox 300x240 Clube do Vinil + Clube da Leitura: aberta a temporada 2011 de EVENTOS GRATUITOS no SEBO BARATOS: nesta terça (25) e quinta (27)
Aliás, amigos & colaboradores do Sebo mais bacana de Copa, um lembrete:
EM 2011 A BARATOS DA RIBEIRO COMPLETA 10 ANOS DE EXISTÊNCIA!!!
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E apesar de ainda estarmos planejando a quizumba, podem ir esquentando os tamborins (ou seria afinando as guitarras, em se tratando de uma livraria tão rock’n’roll?), porque a festa vai ser boa…
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Por enquanto, depois de umas semanas fazendo a digestão após as ceias de fim de ano, e depois de uns dias de praia para repor as reservas de vitamina D, temos a honra de anunciar a retomada do calendário de eventos fixos da Baratos da Ribeiro.
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Portanto, nos vemos em breve, ok?
Um abraço,
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Maurício Gouveia
Gerente
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SEBO BARATOS DA RIBEIRO
Rua Barata Ribeiro 354, Copacabana
Tels (21) 2256 8634 ou 2549 3850
www.baratosdaribeiro.com.br
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leme praia 300x225 Clube do Vinil + Clube da Leitura: aberta a temporada 2011 de EVENTOS GRATUITOS no SEBO BARATOS: nesta terça (25) e quinta (27)
CLUBE DA LEITURA: edição especial de verão NESTA TERÇA, dia 25
a partir das 20h
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O QUE É?
Um encontro dedicado à prosa de ficção: leve um romance ou livro de contos de sua predileção e leia um trecho na primeira rodada de leituras. Ou escreva um conto, que será lido (por alguém escolhido aleatoriamente) na segunda rodada - a competitiva, sempre obedecendo a um mote pré-definido.
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O MOTE desta edição: verão, praia, suor, amor, sexo, samba, calor,sol, fogo, vapor, água ….
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Ao invés de acontecer no sebo, como de praxe, a primeira edição do ano vai acontecer sob as bênçãos de Iemanjá, no primeiro quiosque da praia do Leme.
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Os contos devem ser enviados para
gfpreger@yahoo.com.br
até às 16:30 do dia 25, ou (o que seria ideal) o autor pode levar em papel.
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Mestre de Cerimônias da noite: Guilherme Preger
Traje: mínimo
Extras: banho de mar ou malhação em academia ao ar livre… Além da tradicional cervejinha e aperitivos que o pessoal rateia enquanto bate aquela papo informal sobre literatura.
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lizzy mercier descloux 300x223 Clube do Vinil + Clube da Leitura: aberta a temporada 2011 de EVENTOS GRATUITOS no SEBO BARATOS: nesta terça (25) e quinta (27)
CLUBE DO VINIL: nesta QUINTA, dia 27
a partir das 20h
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O QUE É?
Uma festa dentro do sebo e também a gravação ao vivo de um programa de rádio (na verdade um PodCast), onde colecionadores levam seus LPs prediletos para deleite dos amigos & transeuntes. Enquanto uma fina seleção de discos embala o bate-papo (e até bota os mais animados para requebrar), no balcão vende-se uma cerva bem gelada para amenizar o verão carioca.
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FALCENTER ROCK CLUB, SEGUNDA EDIÇÃO!
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DJ Gilberto “Papaizão” Behar
DJ Nuno “Blue-Eyes” Lisboa
DJ Paulo “O Gajo” Terra
& DJ Ácaro

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galera 300x225 Clube do Vinil + Clube da Leitura: aberta a temporada 2011 de EVENTOS GRATUITOS no SEBO BARATOS: nesta terça (25) e quinta (27)
Os três mosqueiros dos bons sons (os desavisados, anotem: eram quatro os heróis do romance de Alexandre Dumas) se reúnem novamente para uma noite eclética, ainda que o ROCK’N’ROLL dê sempre o tom.
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Para comemorar a recente CHEGADA NO ACERVO DE 3 INCRÍVEIS COLEÇÕES DE DISCOS! Praticamente tudo o que for tocado nesta noite poderá também ser adquirido pelo ouvinte que se enamorar pelo LP!
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Mas vamos lá: uma prévia do que você vai ouvir…
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buckwheat zydec 300x200 Clube do Vinil + Clube da Leitura: aberta a temporada 2011 de EVENTOS GRATUITOS no SEBO BARATOS: nesta terça (25) e quinta (27)
NUNO É O TRADICIONALISTA, com raízes no Delta do Mississipi, um pé no blues de Chicago e outro no jazz de New Orleans. Para harmonizar com seu set, Ácaro traz uma linda versão de Rolling Stones gravada por Buckwheat - o ás do acordeão Zydeco -, a obscura e genial Alpha Band (do mestre T. Bone Burnett!) e a revelação The Gaslight Anthem – a única banda surgida nos últimos anos que poderá manter viva a escola criada por Bruce Springsteen. Mas além de alternative country, o momento Nuno será também de balanço – aí vai bem a coletânea “Si, para usted”, de música grooveada produzida sob o regime de Fidel Castro!
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soft cell 270x300 Clube do Vinil + Clube da Leitura: aberta a temporada 2011 de EVENTOS GRATUITOS no SEBO BARATOS: nesta terça (25) e quinta (27)
GILBERTO É GLAMOUR, e quem já o viu bailando sabe do que eu estou falando. Fã de David Bowie e Roxy Music, se interessa também pelo trabalho mais despirocado e rebuscado dos músicos que colaboraram com os ícones purpurinados dos anos 70. Então esperem por experimentações assinadas por Robert Fripp e Brian Eno, gente tida em geral como do rock progressivo. E deste planeta o DJ Ácaro convoca várias a sensual Soft Cell e bandas de post-punk que só existiram graças à fase Berlim de Bowie: Japan, Ultravox e Bauhaus - todas com frontmen que aprenderam tudo com o Camelão: David Sylvian, John Fox e Peter Murphy. Gilberto também admira a turma do Police, então Ácaro apresenta o fantástico álbum de Kevin Coyne em que Andy Summers toca guitarra – antes da banda new wave surgir.
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yellow magic orchestra 230x300 Clube do Vinil + Clube da Leitura: aberta a temporada 2011 de EVENTOS GRATUITOS no SEBO BARATOS: nesta terça (25) e quinta (27)
E PAULO É CIBERNÉTICO: o empresário e analista de sistema costumava desmontar e remontar eletrodomésticos quando criança (pra desespero da família!), e admira quem fez isso em nome da música, como o Kraftwerk. DJ Ácaro vai então apresentá-lo à versão japa dos magos da música eletrônica, o Yellow Magic Orchestra (banda new wave do Sakamoto!), entre outros blips & blops de todo o mundo – da Bélgica tem o funkeado Automatic Man e da França a diva Lizzy Mercier Descloux. (Mas Paulo é da geração grunge, então esperem por momentos de mais peso também…)
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the gaslight anthem 300x199 Clube do Vinil + Clube da Leitura: aberta a temporada 2011 de EVENTOS GRATUITOS no SEBO BARATOS: nesta terça (25) e quinta (27)
ADEMAIS, DJ ÁCARO bota pra girar alguns discos de importância histórica, como o compacto de O’Seis, a banda que Rita Lee e os irmãos Baptista tiveram antes de formarem os Mutantes! A raríssima bolachinha foi vendida no ano passado pela Tropicalia In Furs (de NY) por 5 mil dólares (!!!), mas uma prensagem de origens misteriosas tornou o compacto acessível novamente… No portal Prefiro Vinil, está sendo oferecido por R$ 90,00:
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http://www.prefirovinil.com.br/disco/O%C2%B4Seis_(_pr%C3%A9_Mutantes_)-Suicida_b/w_Apocalipse-4899/
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OUTROS NOMES PRA VOCÊ CATAR NA BLIP.FM SÃO:
Rikki & The Last Days of Earth, Dexy’s Midnight Runners, Killburn & The High-Roads, Carnival Art, Herman Broood & His Wild Romance, Tom Tom Club, Computer Games, Kamizake Queens, Annabel Lamb e Glamour Camp.
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(Ah, e sabiam que em 1980 a Cher formou uma banda de hard rock que só gravou um LP? É a Black Rose, mucho Buena!)

mundo seboso 300x168 Tracklist: O Cinema no Mundo Seboso, gravado em 16 de dezembro de 2010
Fechando o ano de 2010, o Clube do Vinil promoveu uma edição especial para agradar aos CINÉFILOS.

Gilberto Behar, que foi o DJ convidado da primeiríssima edição do evento, em 2006, voltou no dia 16 de dezembro, quatro anos depois, para apresentar o piloto da série de televisão MUNDO SEBOSO, que concebeu e, em parceria com Daniela Moreira e Daniel Valle, roteirizou. O episódio foi filmado no Sebo Baratos da Ribeiro, onde Gilberto trabalhou como livreiro por alguns anos - então não é de se estranhar que ele interprete tão bem o gerente mal-humorado do sebo. O elenco conta com outra ex-funcionária da casa, Ingrid Vieira, e com mais Eduardo Katz, Márcia Cerqueira, Bernardo Lacombe, Juliano Antunes, Leandro da Matta, Paschoal Villaboim, Guil Silveira, Eduardo Vargas. A bela direção de fotografia ficou por conta de Lina Kaplan e Pedro Simão, enquanto Paula Scamparini fez a direção de arte e Melina Akerman assina o figurino.
mundo seboso 2 300x168 Tracklist: O Cinema no Mundo Seboso, gravado em 16 de dezembro de 2010
Antes e depois da exibição do piloto, DJ ÁCARO TOCOU SÓ CANÇÕES DO UNIVERSO CINEMATOGRÁFICO:

Meet the Flintstones theme (TeeVee Tones presents Televion’s Greatest Hits, 1985) - do desenho animado

Penguin Cafe Orchestra - from the colonies (Music from the C.P.O., 1976)

Ramsey Lewis - in the heat of the night (compacto, 1968) - No calor da noite

Harry Connick Jr. - it had to be you (When Harry Meets Sally sountrack, 1989) - Harry & Sally: Feitos um para o outro
Cotinue lendo ‘Tracklist: O Cinema no Mundo Seboso, gravado em 16 de dezembro de 2010′

1 autoramas banda inteira 300x300 Resenha: 14 Laps, do Autoramas (por Pietro Luigi)
Quando a largada foi dada em 1997, o cenário do Rock Brasileiro já não contava com Chico Science, Second Come, Low dream, Killing Chainsaw e mesmo o Pin Ups, uma das bandas mais importantes do cenário, perdera há pouco o baixista e vocalista Luis Gustavo, agora mais dedicado às suas Hqs. Era um momento histórico, pelo número de bandas independentes que surgiam e ao mesmo tempo preocupante pois nada indicava que estas sobreviveriam muito tempo nesta obscura carreira “alternativa” (rótulo que já os atirava ao escanteio). Ultrapassando todos sem precisar correr na contramão, surgiu o Autoramas, um mega trio que contava na sua formação inicial com Gabriel Thomas (Guitarra e Vocais, ex-Little Quail And The Mad Birds), Nervoso (Bateria, ex-inúmeras bandas, entre elas Beach Lizzards e Acabou La Tequila) e Simone do Vale (Baixista e Vocalista, ex-Dash, entre outras).

O grupo surgiu tão maduro, tão afiado, que em pouco tempo já conquistava um público fiel e sedento por shows, que se tornavam cada vez mais constantes e mais profissionais. Em 1998, sai Nervoso, entra Bacalhau (baterista, ex- Acabou La Tequila e ex-Planet Hemp), as turbinas esquentam ainda mais e agora ninguém os alcança: Já são considerados uma das bandas mais importantes do Rock Brasileiro, sendo reconhecidos até no cenário Internacional, onde fazem sucessivas turnês.

1 autormas 14 laps 300x300 Resenha: 14 Laps, do Autoramas (por Pietro Luigi)
Esta Coletânea, 14 Laps, lançada agora, treze anos depois, já com Flavia Couri (Baixista e Vocalista, cuja banda Doidivinas é uma das mais empolgantes que surgiu em décadas de Rock ) substituindo Selma Vieira (que também substituíra Simone), mostra o porquê de tanto sucesso. Poucas vezes a combinação guitarra, baixo e bateria se fez tão coesa, única, como uma orquestra de melodias, ruídos e efeitos insanos. Do início com Catchy Chorus até o divertidíssimo Samba Rock do Bacalhau (com direito a uma citação genial de Meu nome é Gal e de Todos estão surdos), todos as faixas mostram uma banda coesa, que nunca perdeu o pique inicial, deixando na poeira muitas bandas estrangeiras tidas como inovadoras. Tudo é hipnótico, alucinado, irônico e mordaz.

O resgate da música 1,2,3,4 é uma das grandes novidades do álbum que conta também com pérolas como Megalomania, Hotel Cervantes e a grande responsável pelo boom inicial, Fale mal de mim. É a história do rock contada em 14 músicas escolhidas a dedo em um repertório onde não existem sobras.

Uma observação mais detalhada nas músicas que ficaram de fora da coletânea indicam um problema: O autoramas não é uma banda para apenas uma coletânea e mesmo um Box com todas as suas músicas deixaria os fãs e admiradores com um vazio, com uma vontade de pedir sempre mais numa espécie de ninfomania musical. Quem já assistiu um show deles compreende bem essa sensação.

Definitivamente, os Autoramas não nasceram pra chegar em segundo no podium.

Pietro Luigi é livreiro - e agitador cultural dos mais frenéticos, por mais que negue - e, depois de uma passagem pelo Sebo Baratos da Ribeiro que deixou muitas saudades, se fixou em Campo Grande, Mato Grosso.

1 logo autoramas Resenha: 14 Laps, do Autoramas (por Pietro Luigi)

Adquira seu “14 Laps” em bolachão no Portal Prefiro Vinil:
http://www.prefirovinil.com.br/disco/Autoramas-14_Laps-3877/

E aproveite para conferir os outros títulos da banda internacionalmente reconhecida como a melhor banda de rock brasileira da atualidade (e as turnês sold-out ao lado de bandas como o Guitar Wolf ou The Ganjas estão aí para provar):
http://www.prefirovinil.com.br/disco/Autoramas-Coundnt_care_at_all_/_Samba-rock_do_bacalhau-2754/

http://www.prefirovinil.com.br/disco/Autoramas_/_Mr._Atom_And_His_Protons-LP_Vermelho_2009-3681/

1 autormas guitar heros com flavia 300x201 Resenha: 14 Laps, do Autoramas (por Pietro Luigi)

01 electric mud capa 300x300 Resenha: Eletric Mud: Muddy Waters e o ódio, por Alexandre Nix
Ao contrário de bandas como o AC/DC que seguem a diretriz de que nunca se deve mexer no time que está ganhando, artistas consagrados como ícones da música, apresentam a estranha tendência de experimentar novos caminhos musicais em seus trabalhos. Inquietude, curiosidade, exploração de formas criativas, maturidade… nenhuma dessas alternativas é plausível para o fã purista, que tem certeza que a intenção do artista é apenas irritá-lo.

É pecado Bob Dylan de repente deixar de tocar baladas acústicas para tocar rock eletrificado e revolto. É pecado também os Titãs deixarem de tocar rock eletrificado e revolto para tocar baladas acústicas. “Porra! Não é a banda/artista que eu conhecia! Meu ídolo endoidou/se vendeu/abandonou a causa/me abandonou. Nunca mais irei à um show e farei campanha contra sempre que puder.” Ora, se você é um fã purista, cresça um par de bolas em silêncio. Não é exatamente você quem os outros fãs desejam ouvir.

Muddy foi gravado pela primeira vez ao ar livre quando era ainda um humilde catador de algodão no Mississippi que media suas palavras ao falar com um homem branco (”Yes, sir” era uma expressão frequente de seu vocabulário nesse caso). No final de sua carreira demonstrava um entendimento requintado sobre sua imagem (evitava ser fotografado por exemplo em ambientes onde houvesse bebidas alcoólicas visíveis). Sua biografia mostra não só a enorme jornada de mudanças em seu trabalho quanto na sua vida pessoal e o álbum “Electric Mud” poderia ter sido o símbolo da riquíssima história do homem que consagrou a eletrificação do blues.

Não foi o caso. Muddy Waters se uniu aos fãs puristas. Ele odiava todas aquelas mudanças. Odiava o álbum que havia gravado.

“Aquele ‘Electric Mud’ foi uma bosta. Quando foi lançado começou a vender horrores, mas aí começaram a devolver dizendo ‘Isso não pode ser Muddy Waters com toda essa merda rolando, todo esse wha-wha e fuzztone” - Muddy Waters

“Electric Mud” foi idealizado e produzido por Marshall Chess, filho do presidente da Chess Records que dominou durante décadas o mercado de gravação de blues nos EUA, tendo em sua casa a maioria dos mais famosos artistas do gênero entre os anos 50 e 70. Em 1968 Muddy Waters já não vendia bem há tempos e Marshall teve a idéia de um álbum conceito onde pegou músicos de estúdio com influências de rock e jazz avant garde fazendo releituras de clássicos do bluesman e até uma versão da canção “Let’s Spend The Night Together” dos Rolling Stones. Aí bastou colocar a voz de Muddy com alguns poucos dubs e pronto. Estava criado o primeiro álbum “blues-psicodélico” da Chess. No ano seguinte Howlin’ Wolf seria forçado a gravar um da mesma forma (”This Is Howlin Wolf’s New Album - And He Doesn’t Like It”).

Se nem o artista em questão gosta do álbum eu acredito que o fã, purista ou não, tem todo o direito de detestar o trabalho. Eu sou fã de blues, fã de Muddy Waters e… ah, droga! A verdade é que eu realmente gosto do álbum.

mud water inteiro 150x300 Resenha: Eletric Mud: Muddy Waters e o ódio, por Alexandre Nix
Desculpem-me, mas “Eletric Mud” é um excelente álbum. Não vou parafrasear as celebridades que são também fãs em uma tentativa de apoiar minha opinião. Não vou ignorar também o fato de que é um álbum completamente diferente de tudo o que Muddy Waters gravou e teria gravado se não tivesse sido obrigado por contrato, mas não me importo. É um puta álbum!

Eu tive a sorte de ouvir “Electric Mud” antes de saber qualquer coisa sobre ele e preciso pedir perdão se arruinei para você essa possibilidade, mas eu juro de pés juntos: ignore tudo o que você leu aqui ou em qualquer outro lugar e ouça o álbum. “Electric Mud” é como um prato exótico que você gosta e não deve saber como foi feito nem ter detalhes sobre o ingrediente. Se lhe causar desconforto ou uma torção indesejada no nariz ao ouví-lo, tente de novo ano que vem e repita a operação até que a rinoplastia musical aconteça com sucesso sem deixar cicatrizes.

“Electric Mud” pode ter encontrado a linha limite que separa o blues do experimentalismo musical dos anos sessenta e isso pode incomodar os fãs, mas mais incômodo seria se nunca soubéssemos onde essa linha está. Para nossa sorte basta procurá-la entre as sete faixas do álbum. Se a idéia foi de Muddy ou não, isso deixou de ser importante. “Electric Mud” já nasceu maior que essas questões.

Alexandre Nix é redator publicitário, humorista e eventualmente bluesman. Acompanhe suas estripulias (em especial seu trabalho com stand-up comedy) no blog:

http://flamingcircus.com/

mud waters cobra 300x300 Resenha: Eletric Mud: Muddy Waters e o ódio, por Alexandre Nix

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http://www.prefirovinil.com.br/disco/Electric_Mud-Muddy_Waters-3585/

01 louis armstrong principal 300x225 Artigo: Descobrir Pops: como Louis Armstrong inventou o jazz, por Ricardo Soneto
Passar uma tarde em um sebo olhando vinis pode elevar lembranças…
Me recordo a primeira vez que ouvi as gravações dos Hot Five e dos Hot Seven (feitas entre 1925 e 1929), o momento da invenção do jazz moderno, a arte do solista afirmado ao grupo, feito pelo Sr. Louis Armstrong. Até aquela época, na divertida atitude prepotente de quem tem dezessete anos, achava que Pops (um apelido. Pode usar Satchmo, se quiser. Mas Pops vai denotar mais intimidade. E tome prepotência) era aquele músico de jazz que tocava trompete bem, estava sempre alegre e ria muito. Meu Deus! Envelhecer tem suas vantagens (uma ou duas)! Entre elas descobrir o que significa Louis Armstrong.

Falar de Louis Armstrong é como falar dos Beatles: uma redundância e um prazer. E o dilema: o que se pode falar mais sobre eles? Existe o mito de que o “verdadeiro conhecedor de jazz” (seja lá o que isso seja) pode reconhecer o artista apenas escutando. Bobagem. O crítico Leonard Feather manteve durante anos, na revista “Down Beat”, o “Blindfold Test”, onde convidava músicos a avaliarem gravações sem que eles soubessem quem eram os artistas envolvidos. Uma forma inteligente de obter opiniões livres das pressões do peso dos nomes (quem vai ter a ousadia de considerar um solo de Coleman Hawkins “mediano”?). Pois bem, ocorreram casos em que os próprios músicos não se reconheciam (é sério!). Suponho que alguns, após terem se auto-massacrado, tenham aumentado a carga horária no analista. Enfim…

Existem, sim, gravações seminais que se tornaram marcos na história do gênero. Essas são identificáveis nos primeiros acordes. Retornaremos à esse ponto. Porém…

Alguns artistas podem ser identificados na hora. Erroll Garner e suas mãos livres, como artistas completamente independentes, percorrendo o teclados com as notas graves dançarinas da mão esquerda e os saltos felizes com a direita. Noventa por cento de chance de identificação. E Thelonius Monk? Como um equilibrista no arame ele percorria a corda desafiando o quase desequlíbrio da dissonância no uso único das blue notes. Impossível não identificar.

E temos Pops (para os íntimos). O timbre rico, se desencorpando para a assinatura pessoal parecido com o sol: só ele brilha. E não por ser estrela, mas por que é quente, luminoso e faz a vida florescer.
01 louis armstrong pintado 300x300 Artigo: Descobrir Pops: como Louis Armstrong inventou o jazz, por Ricardo Soneto
O que se pode ainda falar de Pops? Em “Manhattan”, Woody Allen (clarinetista, recordem) elabora uma lista das coisas que, para ele, fazem a vida valer a pena. A seleção vai culminar no rosto bonito de uma jovem que apenas lhe dedicava todo o carinho do mundo (apenas?). Entre os ítens, “Potato Head Blues”, uma gravação de Louis e seus Hot Five.

Nada podia fazer mais sentido.

É necessário falar da emoção de se escutar “West End Blues” pela primeira vez? Oh, sim! No futuro o adolescente descobrirá a relevância da faixa por sintetizar a importância desse conjunto de gravações. O solo inicial de Pops, livre das convenções do grupo, que é chamado a participar de uma conversa com o trompete. Então isso era o jazz moderno? Então por isso Louis pode ser considerado, por alguns, o músico mais importante do século XX? Ok! Existe uma polêmica em torno, pois Stravinsky ocupou o mesmo período (mas o pós-adolescente não vai se furtar a juntar ombros com o exército feliz que defende o som da corneta que os lidera).

http://www.prefirovinil.com.br/disco/Louis_Armstrong-The_Louis_Armstrong_Story_%281925_-_1932%29-3918/

Tarde num sebo. E se encontra uma caixa com LPs contendo o conjunto de gravações históricas dos Hot Five e dos Hot Seven (e mais algumas gemas). Será que algum adolescente vai encontrá-la para iniciar uma vida de aventuras?

E ouvir, através dos anos, seus discos de Satchmo para um permanente rejuvenescer?

Ricardo Soneto é jornalista durante o expediente, mas os amigos mais sortudos já testemunharam seus precisos e preciosos dotes de cantor. Eventualmente ministra cursos livres sobre Cinema e Jazz em lugares transados como a Casa do Saber. Também é dos sócios mais engajados dos Clubes, tanto da Leitura quanto do Vinil.

01 hot five Artigo: Descobrir Pops: como Louis Armstrong inventou o jazz, por Ricardo Soneto

Confira outros LPs de Luis Armstrong disponíveis no Portal Prefiro Vinil (dedicado exclusivamente ao bolachão e com sistema de venda on-line para cartões de crédito):

http://www.prefirovinil.com.br/disco/Louis_Armstrong_&_Duke_Ellington-An_Historic_Recording_Event-4404/

http://www.prefirovinil.com.br/disco/Louis_Armstrong-What_a_Wonderful_World-1899/

01 screamadelica 299x300 Tracklist do Clube do Vinil de 9 de dezembro: com André Buda
Pois, finalmente revelado os Mandamentos Musicais do Buda:

Beach Boys – waiting for the day (Pet Sounds, 1967)
The Zombies – she´s not there (The Collection, gravação de 1964)
Love – a house is not a motel (Forever Changes, 1968)

Lloyd Cole & The Commotions – cut me down (Singles 1984-1989, gravação de 1985)
Echo & The Bunnymen – crocodiles (Crocodiles, 1980)

The The – uncertain smile (Soul Mining, 1983)
Radiohead – reckoner (Entertaining Auntie Bootleg, 2008)
Afrika Bambaataa & The Soul Sonic Force – looking for the perfect beat (1983)
Cotinue lendo ‘Tracklist do Clube do Vinil de 9 de dezembro: com André Buda’